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Bette Midler acusada de transfobia... boicote a Abracadabra?

Protagonista de Abracadabra, Bette Midler foi acusada de transfobia na Internet após tweet revoltado com o machismo na sociedade americana.

@helograssi | Publicado em 06/07/2022, às 15h02 - Atualizado às 17h35

Bette Midler acusada de transfobia... boicote a Abracadabra? - Getty Images
Bette Midler acusada de transfobia... boicote a Abracadabra? - Getty Images

Bette Midler está no meio de uma enorme confusão em suas redes sociais. Ao se pronunciar sobre a revogação do direito constitucional ao aborto nos Estados Unidos, a atriz de 76 anos acabou ofendendo alguns ativistas e internautas; eles acusaram o seu discurso um ato de transfobia. "Mulheres do mundo! Nós estamos sendo privadas dos direitos dos nossos próprios corpos, nossas vidas e até nossos nomes!", começa a irmã Sanderson de Abracadabra

"Eles não nos chamam mais de mulheres; nos chamam de pessoas que dão à luz ou menstruadores, e até pessoas com vaginas! Não deixe eles te apagarem! Todos os humanos do planeta Terra estão te devendo!".

Como em um flashback de Animais Fantásticos e Aquaman, um boicote à sequência de Abracadabra está sendo ~negociada~. "Bette, não seja uma TERF. Não nos faça boicotar Abracadabra 2!", diz um tuíte. TERF, by the way, é uma abreviação para feminista radical trans-excludente.

O comentário de Bette Midler despertou controvérsia, gerando mais de 20 mil respostas. Um dos maiores argumentos usados por ativistas da comunidade LGBT+ é que, por conta do vasto espectro de gênero, pessoas não binárias e homens transgêneros seri am "pessoas com vaginas", e não mulheres.

Alguns tweets chegaram a comparar Midler com a autora de Harry Potter, J. K. Rowling, conhecida por falar abertamente sobre o seu preconceito contra pessoas trans, aplicando termos e ideias ultrapassadas em suas falas. A escritora ainda não saiu em defesa da atriz, mas estamos de olho. 👀


A RESPOSTA

Na terça-feira (5), Midler postou um link para um artigo do New York Times escrito pela jornalista Pamela Paul. No texto, a autora argumenta que "a esquerda mais extrema e a direita mais extrema concordam com uma coisa: as mulheres não importam". A atriz voltou atrás, fez a sonsa e disse que "não tinha intenção de ser transfóbica". Olha só a desculpa... 

"Pessoas do mundo! Meu tweet sobre mulheres era uma resposta para esse fascinante e bem escrito artigo da New York Times. Não tinha nenhuma intenção de excluir ou ser transfóbico em nada do que eu disse; só não é sobre isso."

Sem. Comentários. 


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