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Polêmica de volta! Scooter Braun dá outra versão de treta com Taylor Swift

Scooter Braun volta a falar de polêmica com Taylor Swift em nova entrevista

@nic_bastos | Publicado em 29/04/2022, às 17h20

Polêmica de volta! Scooter Braun dá outra versão de treta com Taylor Swift - Getty Images
Polêmica de volta! Scooter Braun dá outra versão de treta com Taylor Swift - Getty Images

Novos capítulos da briga entre o empresário musical Scooter Braun e a cantoraTaylor Swift!Ele não tem rancor da artista, mas sim um problema com sua base de fãs. O executivo explicou em uma nova entrevista que ele apoia os esforços da vencedora do Grammy para regravar seus álbuns e se apropriar de seu trabalho; no entanto, ele não concorda em "armar" os fãs de um artista.

"Acho que Taylor tem todo o direito de regravar. Ela tem todo o direito de perseguir suas masters", disse Scooter à MSNBC. "A única coisa que discordo é armar uma base de fãs."

Então, Scooter Braun começou a explicar detalhadamente como se deu a compra de todas as músicas de Taylor Swift, as quais ela alega que não teve a chance de adquirir - e que não queria que fossem de posse do empresário.

"Eu completamente entendo o que ela estava sentindo. Os Beatles provavelmente se sentiram da mesma forma quando Michael Jackson comprou seu catálogo.”

“A pessoa que era dona dos masters de Taylor durante sua carreira não era eu e quando eu estava comprando uma gravadora eu na verdade disse para aquele grupo que se ela quisesse voltar e fazer parte dessa negociação, por favor que me falassem, porque eu não faria essa compra. Me mostraram um e-mail, que é algo público agora, que dizia que ela tinha decidido seguir em frente e que não estava mais interessada em fazer essa compra".

Então eu pensei ‘Está na hora. O caminho está aberto, vamos fazer essa compra’. E quando eu fiz a compra, eu estava animado em trabalhar com todos os artistas que tinham catálogos lá e eu estava sempre aberto para vender os catálogos pras pessoas no caminho, por um valor de mercado justo. E eu apresentei isso. Eu não falo disso publicamente, porque acho que as pessoas disseram certas coisas, essas narrativas não são necessariamente verdadeiras, tem vários fatos envolvidos.

Mas no fim do dia, eu acho que os artistas têm que possuir [suas masters]. Todos os artistas recebem royalties vindo de suas masters e se eles querem uma oportunidade para comprá-las, eles devem ter essa oportunidade e eu sou completamente aberto para ter essa conversa. Entretanto, eu também vou te dizer que para ter essa conversa, você tem que ter uma conversa. Você tem que ser capaz de sentar na frente de alguém e ter um diálogo.

Scooter Braun ainda mandou aquele shade para Taylor Swift:

"E o que você não pode fazer é dizer que quer algo e então nunca sentar na mesa para ter um diálogo de verdade. Eu desejo bem a todos e de fato o que eu aprendi dessa experiência é que eu nunca mais farei um negócio sem que todos estejam envolvidos e digam ‘Sim, eu concordo com esse negócio’. Eu presumi, eu presumi que todos estariam animados que nós comprássemos a Big Machine. E isso não aconteceu.”

Taylor tratando mau os fãs?

Scooter Braun ainda deu a entender que Taylor Swift estaria usando os fãs como armas com as regravações.

“Então, eu acho que Taylor tem todo o direito de regravar, ela tem todo direito de ir atrás de suas masters, eu não desejo nada a ela além de coisas boas, tenho zero interesse em falar algo de ruim sobre ela, porque eu nunca falei nada ruim sobre ela no passado e eu não vou começar agora.

"A única coisa que eu não concordo é transformar seus fãs em armas. Os artistas com quem trabalho possuem bases de fãs muito grandes e a gente não faz isso, é muito perigoso. Há pessoas entre esses fãs que possuem problemas de saúde mental, há famílias envolvidas e eu acho que é muito, muito perigoso. Eu acho que há uma responsabilidade com os fãs.”

Eita!

Sua rivalidade pública com Taylor dominou as manchetes em junho de 2019, quando Taylor compartilhou um post nas redes sociais acusando o Big Machine Label Group, sua gravadora anterior, de negar a ela a oportunidade de possuir sua música comprando seus masters. Ela disse que o CEO Scott Borchetta e a gravadora só a deixariam "ganhar" um álbum de volta para cada álbum que ela lançasse, então ela decidiu deixar a Big Machine.