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Tal pai, tal filha: Fiona Dourif fala sobre seu "papel hereditário" na franquia Chucky

Fiona Dourif interpretou o mesmo papel que Brad Dourif, como Chucky

@nic_bastos | Publicado em 30/11/2021, às 16h44

Fiona Dourif caracaterizada como Chucky, papel originalmente interpretado por seu pai - Divulgação
Fiona Dourif caracaterizada como Chucky, papel originalmente interpretado por seu pai - Divulgação

O brinquedo assassino mais famoso de todos (se é que existem muitos pelo mundo) voltou, agora em formato de série e através de um serviço de streaming. Chucky pode ser assistido pelo Star+ e é responsável por dar continuidade a Culto de Chucky, lançado em 2017. Fiona Dourif, quem estava presente na última produção, retorna para a nova, com muito a dizer.

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Em entrevista ao SlashFilm, Fiona Dourif contou mais sobre viver a franquia. Tudo fica mais intenso para atriz porque ela é, na verdade, a "filha do Chuky" na vida real. O boneco assassino é dublado, desde 1988, por seu pai, Brad Dourif por conta disso ela acabou tendo dificuldades para se acostumar no set, onde a voz dele ecoava em uma figura não tão amigavel.

Eu amo o meu pai. Ele é, honestamente, uma das pessoas mais gentis, ainda que estranhas, que você pode conhecer. Não há nada de assustador nele. [...] Mas foi muito enervante ouvir a voz da pessoa que me confortou e acolheu por toda a vida dizer: ‘Eu quero te matar, p*rra’. Pessoalmente, foi uma experiência aterrorizante, o que ajudou muito minha performance”, afirmou.

Fiona interpreta três papéis na série. Nica Pierce, a mulher paraplégica que o boneco assassino persegue desde A Maldição, o próprio Chucky, que se apossou do corpo de Nica no final de O Culto, e depois em Charles Lee Ray, o assassino em série que viria a se tornar Chucky, que já foi interpretado por Brad Dourif.

É muito divertido interpretar Chucky, e aqui está o motivo: ninguém é mais livre do que ele. Quer dizer, ele tem muito medo de morrer e ser esquecido - mas, fora isso, é confiante e capaz de qualquer coisa. Chucky está sempre se divertindo à beça, sempre vivendo nos limites que alguém pode viver. E essa é uma forma muito prazerosa de se andar pelo mundo. Mesmo que envolva assassinar algumas pessoas”, brincou.

A trama se passa após eventos do filme Culto de Chucky (2017), com o psicopata de plástico ganhando um novo lar, depois de aparecer em uma venda de quintal de uma pequena cidade dos Estados Unidos. Após ser levado para a nova casa, uma série de terríveis assassinatos gera terror em toda a comunidade.

O showrunner da produção é ninguém menos do que Don Mancini, o responsável pelo roteiro original de Brinquedo Assassino (1988), Brinquedo Assassino 2 (1990), Brinquedo Assassino 3 (1991), A Noiva de Chucky (1998), O Filho de Chucky (2004), A Maldição de Chucky (2013) e o Culto de Chucky (2017).


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